X Sobre a instalação

P.A.R.A.B.O.L.A

Composto por oito imagens de Paulo Costa e poemas de Álvaro Faleiros, o espaço da obra delimitou um percurso narrativo pontuado pela figura geométrica de uma parábola. Além da forma geométrica, uma parábola pode siginificar a narração alegórica na qual um conjunto de elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior. Utilizamo-nos da idéia de ascensão e queda para construir uma Parábola, alegoria tanto na forma quanto no sentido.

  • Técnica:impressão acetato/ madeira / parafina / luz incandescente
  • texto: Álvaro Faleiros
  • local: Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC)
  • Ano: 1995 (Prêmio Estímulo Artes Visuais)
  • logo
  • nas vias / o signo pulsátil do passo / catapulta-se em marcos rasgados.
  • flutuar na saga / brumosa da busca, / imersão  nas imensidões / sombrias e opacas dos corpos.
  • no ápice posses, / adoecer-se do outro, / só pulsos fibrilam cúmplices / seu vasto e pouco
  • a: / desbotar o bote do meu corpo / ao cindir arames / sobre o olvidado / nas turvas.
  • agora o rastro meus ossos; / antinatural-mente sucumbe / acuada/ aos arpões poentes do súcubo
  • cicatrizo-me sobre o aço / a escama que me ultrapassa / e desenha feridas no corte.
  • a musa morre e faz-se outra / enquanto estanca espatifado / o peito último / na turva daquele ato.
  • parabola imagem poesia
  • parabola iluminada
  • parabola imagem poesia
  • edith1
  • silvia1
  • sylvia3
  • sylvia4
  • edith2